Evangelho (Mc 3,1-6) e Santa Inês: lições de coragem, compaixão e fé viva
Introdução
A fé cristã não é um conjunto frio de regras, mas um caminho vivo de amor, misericórdia e entrega. O Evangelho de Marcos (3,1-6) nos apresenta Jesus diante de uma escolha decisiva: obedecer a uma interpretação rígida da lei ou responder com amor à dor de um irmão. No mesmo dia em que a Igreja proclama este Evangelho, celebramos Santa Inês, jovem mártir que testemunhou com a própria vida que amar a Cristo é sempre a maior fidelidade.
Essas duas histórias — a cura na sinagoga e o martírio de uma jovem — se encontram em um ponto comum: o amor verdadeiro nunca é passivo.
1. Jesus na sinagoga: quando a lei encontra o coração
Jesus entra na sinagoga e ali encontra um homem com a mão seca. Os fariseus observam atentamente, não para aprender ou acolher, mas para acusar. Querem saber se Jesus curará em dia de sábado. Então, Ele faz uma pergunta simples e profunda:
“É permitido, no sábado, fazer o bem ou fazer o mal?”
O silêncio que se segue revela corações endurecidos. Eles conheciam a Lei, mas haviam esquecido o seu sentido mais profundo: a vida e a dignidade humana. Jesus, entristecido pela dureza do coração deles, cura o homem. Com esse gesto, Ele ensina que:
- A lei existe para servir a vida
- O amor não pode ser adiado
- O bem não tem data marcada
A mão que estava seca é restaurada, mas muitos corações permanecem fechados.
2. Santa Inês: fidelidade que floresce no martírio
Santa Inês viveu em Roma, no século III. Ainda muito jovem, escolheu pertencer inteiramente a Cristo. Recusou propostas que a afastariam de sua fé e, por isso, foi perseguida e condenada à morte. Seu nome significa “pura”, mas sua pureza não foi apenas física: foi uma pureza de intenção, de amor e de fidelidade a Deus. Santa Inês nos ensina que:
- A fé verdadeira exige coragem
- Amar a Deus é uma escolha diária
- A fidelidade pode custar caro, mas gera vida eterna
Assim como Jesus no Evangelho, Inês não negociou o amor. Ela permaneceu firme, mesmo diante do sofrimento.
3. Evangelho e Santa Inês: a mesma mensagem, o mesmo caminho
O gesto de Jesus e o testemunho de Santa Inês revelam a mesma verdade:
- a fé que agrada a Deus é aquela que ama sem medo.
- Jesus enfrenta a hipocrisia para curar.
- Inês enfrenta a perseguição para permanecer fiel.
Ambos mostram que:
- O amor incomoda os que vivem de aparências
- A misericórdia exige posicionamento
- O seguimento de Cristo pede decisão
4. Aplicação para a catequese e a vida cristã
Na catequese, esse Evangelho e a vida de Santa Inês nos ajudam a ensinar às crianças, jovens e adultos que:
- Não basta “saber” sobre Deus, é preciso viver com Deus
- A fé se expressa em atitudes concretas
- O bem deve ser feito sempre, mesmo quando não é fácil
Perguntas para reflexão em grupo:
- Quando vejo alguém sofrendo, eu ajo ou apenas observo?
- Tenho medo de testemunhar minha fé?
- Minhas escolhas revelam amor ou comodismo?
5. Um convite à ação
Jesus continua passando por nossas “sinagogas” diárias: casa, escola, trabalho, comunidade. Ele nos pergunta hoje:
- Você vai estender a mão ou cruzar os braços?
- Santa Inês responde com a vida. Jesus responde com a cura. E nós?
Conclusão
O Evangelho (Mc 3,1-6) e Santa Inês nos lembram que o amor é a medida da verdadeira fé. Onde há amor, há vida. Onde há fidelidade, há testemunho. Onde há coragem, Deus age.
Que aprendamos com Jesus a curar e com Santa Inês a permanecer fiéis, mesmo quando o caminho exige entrega total.
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